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Matéria exibida no Fantástico em 09/10/2011, onde uma quadrilha israelense usava dentre outros meios a Importação de veículos para dar golpes.

Na primeira fase da investigação, foram identificados 103 carros que entraram ilegalmente no Brasil: carros usados vendidos como zero quilômetro. “Sejam ou não sejam artistas, esportistas, todos eles responderão pelos delitos de contrabando nesse primeiro momento. E, caso seja comprovado, também responderão pelo delito de sonegação fiscal”, diz o procurador.

Como funciona a fraude:

Os fraudadores importavam Veiculos Usados (o que nao é permitido pelas leis brasileira) e ainda utilizavam subfaturamento de valor FOB Miami (na origem - valor que da origem a todos os demais valores para os impostos na entrada no BR), com isto ao declarar no Invoice um valor menor do que o real, ao desembaraçar a mercadoria no Brasil (portos brasileiros mais usados pela quadrilha: Recife, Vitória e Rio de Janeiro) pagam-se os tributos sobre o valor menor declarado, consequentemente o custo da mercadoria é bem mais barato.

Como ao se importar uma mercadoria com subfaturamento a mesma deve ser vendida ao cliente final com uma NF tambem subfaturada. Para que não tenha que perder o lucro da fraude no pagamento dos tributos da NF de saída.

Por exemplo, o cliente paga 30% menos que o valor de mercado no veículo, em valores supostos de R$300.000,00 (Mercado), paga-se R$210.000,00 e recebe uma NF de por exemplo, R$120.000,00. Ou seja, o cliente é conivente e consequentemente co-responsável na fraude. Inclusive como a Receita Federal (RF) tem 05 anos para rever todas operações de COMEX, o cliente final responde à processo e a fraude toda como conivente. A figura do 3º de boa fé só passa a existir se o cliente possuir uma NF "Cheia", com o valor real e de mercado da mercadoria. Caso contrário, também perde a mercadoria que deve ser encaminhada para leilão da RF.

Como evitar ser surpreendido e perder seu Veículo importado:

1. Sempre adquirir seu Veículo com Nota Fiscal (NF) "Cheia", no caso de Pronta Entrega. Nada de pagar a mais do que o valor da NF recebida.

2. Adquirir seu Veículo através de uma Empresa Importadora com tradição no mercado acima de 10 anos. Pois os Importadores que trabalham de forma errada, de modo geral, são pegos dentro deste prazo.

3. Utilizar a Operação de Importação Direta Pessoa Física (Item 3), pois esta é a forma mais transparente, pois é o próprio cliente o Importador. E assim sendo, tem acesso a toda documentação da operação, através da RF e orgãos anuentes, no caso da Empresa contratada não fornece-los.

4. Desde 2007 o Banco Central do Brasil (BCB) colocou no ar o sistema Harpía, é um super computador alimentado diariamente, cruza CPF´s, Contas Correntes, Cartões de Crédito, Tributos pagos, IRPF, IRPJ, Detran´s, enfim todo dinheiro circulante no sistema bancário esta cruzado e facilmente rastreado. Diante disto seria como dar um tiro no pé lançar mão de meios ilícitos e recursos de caixa 2 para obter seu Veículo, mesmo nacional. A RF esta de olho em quem possui dinheiro circulando e não declara no IR.

 

PENA DE PERDIMENTO DA RECEITA FEDERAL

DECRETO-LEI Nº 37 - DE 18 DE NOVEMBRO DE 1966 - DOU DE 21/11/66 (http://www3.dataprev.gov.br/sislex/paginas/24/1966/37.htm)


Dispõe sobre o Imposto de Importação, reorganiza os serviços aduaneiros e dá outras providências.


SEÇÃO IV -
PERDA DA MERCADORIA


Art. 105. Aplica-se a pena de perda da mercadoria:
I - Em operação de carga ou já carregada em qualquer veículo ou dele descarregada ou em descarga, sem ordem, despacho ou licença, por escrito, da autoridade aduaneira ou não cumprimento de outra formalidade essencial estabelecida em texto normativo;
II - Incluída em listas de sobressalentes e previsões de bordo quando em desacordo, quantitativo ou qualitativo, com as necessidades do serviço e do custeio do veículo e da manutenção de sua tripulação e passageiros;
III - Oculta, a bordo do veículo ou na zona primária, qualquer que seja o processo utilizado;
IV - Existente a bordo do veículo, sem registro um manifesto, em documento de efeito equivalente ou em outras declarações;
V - Nacional ou nacionalizada, em grande quantidade ou de vultoso valor, encontrada na zona de vigilância aduaneira, em circunstâncias que tornem evidente destinar-se a exportação clandestina;
VI - Estrangeira ou nacional, na importação ou na exportação, se qualquer documento necessário ao seu embarque ou desembaraço tiver sido falsificado ou adulterado;
VII - Nas condições do inciso anterior possuída a qualquer título ou para qualquer fim;
VIII - Estrangeira que apresente característica essencial falsificada ou adulterada, que impeça ou dificulte sua identificação, ainda que a falsificação ou a adulteração não influa no seu tratamento tributário ou cambial;
IX - Estrangeira, encontrada ao abandono, desacompanhada de prova do pagamento dos tributos aduaneiros, salvo as do art. 58;
X - Estrangeira, exposta à venda, depositada ou em circulação comercial no país, se não for feita prova de sua importação regular;
XI - Estrangeira, já desembaraçada e cujos tributos aduaneiros tenham sido pagos apenas em parte, mediante artifício doloso;
XIl - Estrangeira, chegada ao país com falsa declaração de conteúdo;
XIII - Transferida a terceiro, sem o pagamento dos tributos aduaneiros e outros gravames, quando desembaraçada nos termos do inciso III do art. 13.
XIV - Encontrada em poder de pessoa natural ou jurídica não habilitada, tratando-se de papel com linha ou marca d'água, inclusive aparas;
XV - Constante de remessa postal internacional com falsa declaração de conteúdo;
XVI - Fracionada em diversas remessas postais internacionais, de modo a iludir o pagamento, no todo ou em parte, do imposto de importação;
XVII - Estrangeira, em trânsito no território aduaneiro, quando o veículo terrestre que a conduzir, desviar-se de sua rota legal, sem motivo justificado;
XVIII - Estrangeira, acondicionada sob fundo falso, ou de qualquer modo oculta;
XIX - Estrangeira, atentatória, à moral, aos bons costumes, à saúde ou ordem públicas.



DECRETO-LEI Nº 1.455, DE 7 DE ABRIL DE 1976.

(http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Decreto-Lei/Del1455.htm)


Dispõe sobre bagagem de passageiro procedente do exterior, disciplina o regime de entreposto aduaneiro, estabelece normas sobre mercadorias estrangeiras apreendidas e dá outras providências.


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , usando das atribuições que lhe confere o artigo 55, item II, da Constituição,
DECRETA:
Art 23. Consideram-se dano ao Erário as infrações relativas às mercadorias:
I - importadas, ao desamparo de guia de importação ou documento de efeito equivalente, quando a sua emissão estiver vedada ou suspensa na forma da legislação específica em vigor;
II - importadas e que forem consideradas abandonadas pelo decurso do prazo de permanência em recintos alfandegados nas seguintes condições:
a) 90 (noventa) dias após a descarga, sem que tenha sido iniciado o seu despacho; ou
b) 60 (sessenta) dias da data da interrupção do despacho por ação ou omissão do importador ou seu representante; ou
c) 60 (sessenta) dias da data da notificação a que se refere o artigo 56 do Decreto-Iei número 37, de 18 de novembro de 1966, nos casos previstos no artigo 55 do mesmo Decreto-lei; ou
d) 45 (quarenta e cinco) dias após esgotar-se o prazo fixado para permanência em entreposto aduaneiro ou recinto alfandegado situado na zona secundária.
IV - enquadradas nas hipóteses previstas nas alíneas " a " e " b " do parágrafo único do artigo 104 e nos incisos I a XIX do artigo 105, do Decreto-lei número 37, de 18 de novembro de 1966.
V - estrangeiras ou nacionais, na importação ou na exportação, na hipótese de ocultação do sujeito passivo, do real vendedor, comprador ou de responsável pela operação, mediante fraude ou simulação, inclusive a interposição fraudulenta de terceiros.(Incluído pela Lei nº 10.637, de 30.12.2002)
VI - (Vide Medida Provisória nº 320, 2006)
§ 1o O dano ao erário decorrente das infrações previstas no caput deste artigo será punido com a pena de perdimento das mercadorias. (Incluído pela Lei nº 10.637, de 30.12.2002)
§ 2o Presume-se interposição fraudulenta na operação de comércio exterior a não-comprovação da origem, disponibilidade e transferência dos recursos empregados.(Incluído pela Lei nº 10.637, de 30.12.2002)
§ 3o A pena prevista no § 1o converte-se em multa equivalente ao valor aduaneiro da mercadoria que não seja localizada ou que tenha sido consumida.(Incluído pela Lei nº 10.637, de 30.12.2002)
§ 4o O disposto no § 3o não impede a apreensão da mercadoria nos casos previstos no inciso I ou quando for proibida sua importação, consumo ou circulação no território nacional.(Incluído pela Lei nº 10.637, de 30.12.2002)

Certos de sua compreensão, ficamos no aguardo de seu contato.

Grande Abraço,

Aryon Lobo F°
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